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Pelo Olhar Da Numerologia

Pelo Olhar Da Numerologia

31
Out17

O caminho nem sempre é desistir

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Mais uma vez venho falar-vos sobre as energias temporais que estão a influenciar-nos até ao mês de Dezembro sensivelmente.

 

Isto dos números e da consequente transição de energias não é tão linear assim e a transição pode demorar um pouco mais ou um pouco menos, cada um, consoante os seus trânsitos pessoais neste momento, sentirá à sua maneira essa mesma mudança.

 

Estamos, como já tenho vindo a dizer em alguns textos, numa fase particularmente especial e densa. Para muitos complicada até de atravessar!! Não vale a pena dizer que é fácil. Não é!! É sim uma fase necessária de atravessar que futuramente nos vai trazer crescimento a muitos níveis.

 

Para quem trabalha com previsões e com tendências temporais sabe perfeitamente a que me refiro!

 

Existe um grupo, muito restrito, de pessoas que estão como que a ascender (como que a desbloquear as dificuldades), mas, esse mesmo desbloquear aconteceu por meio de uma grande dificuldade, e certamente isso, fê-los crescer interiormente e, tornou-os até mais fortes.

 

Todavia, existe ainda a outra parte do bolo (a maioria das pessoas) não se sente sequer a ver a tal luz no fundo do túnel pelo contrário, vê-se a descer cada vez mais, e poucas expetativas ou esperanças tem no futuro! Ele apresenta-se incerto. E isso leva à desistência. Ficar pelo caminho. Parar de lutar!!

 

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Ok! As coisas não estão efetivamente fáceis, mas será que desistir é a solução?

 

Nem sempre será… é simples perceber se é para desistir ou não! Aquilo que faz, apaixona-o? Faz o seu coração vibrar? Então continue porque está no caminho certo! Esta fase do ano não é especialmente rápida, pelo menos no que toca a ver desenvolvimentos concretos, mas, é rápida noutros aspetos, tais como, em aplicar mudanças rápidas, radicais e repentinas.

 

Sim, sim… sim… parece que não sei falar de outra coisa desde 2016 para cá… mudanças atrás de mudanças… umas atrás das outras em catadupa! Tantas que neste momento, qualquer mudança na nossa vida se torna já um processo normal do quotidiano, dado o habito! Já nem estranhamos, estamos já tão acostumados a elas que já as aceitamos minimamente bem… outras porém, não aceitamos assim tão bem, e é principalmente aqui, que estão a residir a maior parte dos problemas.

 

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O resistir ao invés de aceitar está a causar dor. Sim dor. Dói imenso ter que deixar ir algo, pelos mais variados motivos, acabamos agarrados a uma coisa que, por força do hábito, nos custa posteriormente largar. Mesmo tendo plena consciência de que nada nos pertence. Nem nada é eterno! Dói ter que passar por determinadas situações, muitas delas de afastamento!

 

A dor é um sentimento que está intimamente ligado ao resistir e ao desapego (entre outros) … dói ter que deixar algo. Dói ter que aceitar que algo já não está mais ali. Dói perceber que nada nos pertence. Dói …. Simplesmente dói!!

 

Está a ser uma fase particularmente difícil de lidar e a frase ou as afirmações que mais escuto são de desistência!! Para quê desistir? Não será este uma espécie de teste para ver quem é mais paciente, mais forte, mais resiliente, mais lutador!!

 

Talvez seja!

 

Esta fase pede análise, acima de tudo análise. Então sejamos capazes de pegar em nós, nem que seja por 10 minutos por dia e de analisar tudo, ao pormenor, mesmo, porque só assim nos é possível chegar a uma conclusão. Quem tiver boa memória pode fazer uma reflecção mental, quem não a tiver escreva. Se necessário for, fale com alguém da sua confiança, e discutam pormenores! O que não pode é deixar as coisas correrem normalmente sem que haja o mínimo de análise!

 

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Há coisas que já não valem a pena. Há, no entanto, outras que se devem manter, mas, chegar a essas conclusões sem uma análise cuidada, ainda por cima com tantas mudanças a que temos vindo a assistir, é deveras complicado!

 

Não será com certeza novidade para ninguém que os acontecimentos dos últimos tempos nos fizeram despertar consciências. Tal como também já tinha falado num texto anterior. Então é também isso que esta fase pede. Um despertar de consciências e um olhar mais elevado sob a vida.

 

Não é uma fase que leve ao convívio, por outro lado, leva antes ao isolamento. Leva à pouca vontade de ver e ouvir pessoas e à pouca vontade de conviver (mesmo que o ano pessoal seja favorável a isso, essa vontade diminui). E a pouca vontade de conviver, com todos os outros fatores à mistura leva ao cansaço, ao desespero, de não saber já como agir e o que fazer, leva à desistência, leva no fundo a uma desmoralização e acima de tudo leva a uma exaustão mental.

 

Isto tudo junto pode mesmo levar as pessoas a tomarem atitudes extremas e muitas podem mesmo tomar as atitudes menos corretas, porém, dada a conjuntura, são atitudes compreensíveis. Que devem, no entanto, ser controladas ao máximo!

 

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É necessário ser-se forte. Sei que com tantas coisas a acontecer, quer na vida pessoal de cada um e mesmo no País e Mundo, não é fácil! É, no entanto, muito importante que algo se faça. O tempo apesar de mais lento e de introspeção, impele-nos a agir. Mas um agir em consciência. Não é para agir de cabeça quente! É sim, para analisar as coisas e de forma equilibrada ir percebendo o que se deve ir fazendo!

 

Não é tempo de excessos, nem tempo para mentiras. Há que ser verdadeiro, principalmente consigo! E há que ser também, comedido!

 

Muitas pessoas, estão a ver-se sem recursos, de todos os tipos. E estão a ver-se a entrar como que num buraco sem saída ou luz à vista. E por norma, já sabemos o que acontece quando as pessoas se veem sem recursos! Dá asneira. Da grande.

 

Há que perceber o que há para além disso, o que está por trás disso! É muitas vezes na escassez de recursos que se criam oportunidades, e então? Será que a oportunidade está por aí à espreita? Ou será uma lição?

 

Lições, são outro ponto importante nesta fase!! Têm havido imensas e nas mais variadas formas… e, como as lições por norma incidem numa dificuldade nossa, elas têm vindo a levar cada vez mais as pessoas a ficar impacientes… há por aí muita impaciência, misturada com desistência e desespero no ar… e isso leva, já se sabe ao descontrolo, à impulsividade… a fazer coisas que não se deve.

 

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Muito cuidado com estas caraterísticas, se as sentir manifestadas em si tente encontrar uma solução que funcione para si, que o impeça de chegar ao ponto da impaciência.

 

Aproveite esta fase, ao máximo para refletir sobre tudo o que já aprendeu até aqui. Sobre tudo o que já fez. Sobre o que não voltaria a fazer. Sobre os erros que se arrepende de ter cometido. Sobre o que ainda vale a pena tentar mais uma vez. Sobre aquilo que o seu coração lhe diz para fazer. Sobre que caminho tomar daqui em diante. Sobre aquilo que faz sentido para si.

 

Não é uma época particularmente fácil, e a compreensão da mesma não é fácil pois vêm sempre muitos porquês em jeito de perguntas acima da mesa. A resposta a essas perguntas cada um vai encontrar dentro de si, desde que manifeste o mínimo esforço para as encontrar. Em consciência e sem entrar em caos mental!

 

 

Outros textos sobre o mesmo tema:

 

O Despertar

Sinto-me preso e, apetece-me fugir!

Nova fase 2017

 

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