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Pelo Olhar Da Numerologia

Pelo Olhar Da Numerologia

03
Out17

Sinto-me preso, e apetece-me fugir!

 

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Aviso: texto longo 

 

Muitas têm sido as queixas, os desabafos, as conversas… etc acerca do que e de como se sentem nesta fase especifica do ano, desde Agosto que esses relatos vão chegando, e a partir se Setembro até agora têm vindo a aumentar de dia para dia cada vez mais.

 

Muito bem, 2017, como já é mais do que sabido é um ano de mudanças, e prima pela verdade acima de tudo. Existe uma necessidade de verdade, como aliás se tem vindo a notar, desde janeiro para cá.

 

Só que, nesta fase, que teve inicio em Setembro a verdade tem sido cada vez mais um ponto a tocar. Desde então tem-se visto um sem fim de coisas onde a verdade veio, por fim, ao cimo e não mais voltou a afundar-se.

 

Estão a existir muitas libertações, e nesse sentido temos de uma certa forma assistido a uma série de acontecimentos que, de todo, estávamos a fazer conta.

É certo que a taxa de separações, é sempre algo que mexe, mas, desde Setembro para cá, tem vindo a ser cada vez maior. Basta olhar em redor.

 

Portanto as relações têm sido sem sombra de dúvida o maior ponto onde a verdade tem tocado. Há que encontrar e dizer acima de tudo a verdade para que se chegue a um equilíbrio. Principalmente emocional. Não é saudável, manter algo que não transmite verdade, por ser no fundo, cómodo!

 

O fator verdade é necessário e está a ser pedido em tudo. Quando digo tudo, é mesmo tudo! Não há como continuar a esconder ou enganar. É como se até aqui andasse com uma máscara, e ela, agora, devido ao suor do rosto está a começar a escorregar e a cair, metendo-se difícil de estar firme, tal como até aqui se mantinha.

Ainda no fator verdade, existe necessidade de colocar verdade em tudo o que agora vai iniciar, sob pena de não conseguir avançar, acabando por ver sempre tudo a cair ou não avançar. Porém, coloque verdade também naquilo que já fez e que tem, para acima de tudo manter a transparência.

 

Por outro lado, é necessário equilíbrio para conseguir perceber o que se está a passar à sua volta e isso consegue-se quando está em verdade consigo. Mas, também se consegue se, se isolar tentando, junto consigo perceber o que vai menos bem. É como se marcasse uma reunião consigo para rever alguns pontos críticos da sua vida que necessitam de uma intervenção urgente.

 

Nesse sentido é necessária uma análise profunda, séria, transparente e verdadeira. Não há como não sermos verdadeiros connosco. Se não o formos estamos a criar amargura dentro de nós, e isso só nos pode conduzir a estados de tristeza e infelicidade.

 

É necessário que a sua consciência se expanda a um nível profundo, entrando em estado analítico, para que dessa forma consiga verdadeiramente perceber o que necessita de ser alterado para que se sinta não só em verdade consigo, como realizado.

 

Está, nesta fase a existir uma grande dose de libertação e de expansão que traz acarretada realização pessoal. Mas, essa realização vem, maioritariamente de uma situação menos feliz pela qual se atravessou. Ou seja, traz realização pessoal ser-se mais assertivo na hora de falar, mas isso pode advir de ter-se passado tempo demais a ser pisado pelos outros. Então, agora sente-se realizado por conseguir dizer o que sente e pensa, mas isso custou, pois antes, não era assim. Agora é porque “o que tem que ser, teve, muita força”!

 

Existe, também de um modo muito geral, pouca vontade de conviver, pois a vontade maior é a de estar em casa, em meditação, pensando nos quês e porquês de tudo o que lhe esta a acontecer. E isso tanto pode trazer resultados bons, como não. Caso esse isolamento e essas perguntas todas não sejam em exagero, tudo bem, pode efetivamente ajudá-lo a chegar a alguma conclusão que o venha a ajudar. Caso se meta a pensar em quês e porquês a mais (pensando no que aconteceu, e porque aconteceu, e porque não aconteceu de outra forma, e porque aconteceu assim, e porquê agora, e porquê a mim…) atenção que isso pode gerar paranoias e verdades distorcidas, ajudando-o a ficar mais confuso, inibindo a verdade de chegar até si de forma clara.

 

Esse tipo de paranoias, ajuda a distorcer a verdade, fazendo com que as cabeças andem a mil, e as pessoas confusas e fartas de só verem confusão à frente.

 

Para evitar isso simples; não se isole ao extremo, e tente ao máximo não fazer perguntas a mais a si mesmo. Veja a realidade como ela é, sem a tentar embelezar, ou sem arranjar desculpas para não a ver.

 

Não seja desonesto, pois o principal prejudicado é você. A desonestidade é inimiga da verdade.

 

Esta fase tem como objetivo deixar para trás ilusões e coisas mal construídas. É agora altura de se libertar, de aceitar que também você merece ter uma transformação na sua vida, sendo que todas, num geral são para melhor, aceite-as. Porque na verdade, aquilo que menos importa é o que os outros querem de si. Importa é aquilo que quer de si daqui em diante.

 

Não deixe de faltar à sua verdade porque fica politicamente correto, e bem na fotográfica mascarar algumas coisas, fazendo com que não magoe ou custe tanto. Não, o politicamente correto agora acabou. Acabou-se o tempo de fazer só porque é bonito e “se eu não fizer o que vão pensar”, ou “não posso fazer isso que os meus pais iam ficar desiludidos”… esqueça o que ficava bem, pois ninguém veste a sua pele por si.

 

Se os pais acham que o curso ideal para si é medicina, vai fazer uma coisa que não se identifica só para agradar? Noutros tempos até era bem provável, mas não agora. Podem ficar tristes, podem, mas não são eles que vão ser médicos contrariados, é você!!

 

“Não vou assumir esta relação, as pessoas iam criticar”… as pessoas criticam sempre, façamos o que fizermos, e então? Vai abdicar de ser verdadeiramente feliz e andar escondido como se tivesse cometido um crime, só porque “iam criticar”?

 

Tire tempo para si, para estar a sós com o seu silêncio e deixe-o gritar!

 

O silêncio quando grita torna-se a voz mais poderosa de todas as que tem dentro de si, pois este traz ao cimo tudo, mas tudo mesmo aquilo que quer fazer e não pode, ou não quer. É ele que berra as verdades. Mas nós lá vamos com perguntas estragar tudo e abafar-lhe a voz. Não pergunte tanto, descubra-se mais e liberte para fora tudo aquilo que o silêncio lhe grita.

 

O silêncio grita como só ele sabe. Cabe-lhe a si falar por ele e começar a fazer barulho.

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