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Pelo Olhar Da Numerologia

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31
Mar17

O problema és tu, não sou eu!

 

 

 

 

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Hoje trago um tema particularmente interessante e que de certa forma pode causar uma certa “estranheza” pois é algo talvez, complexo.

 

Por motivos de língua portuguesa este post vai ser escrito na segunda pessoa do singular.

 

É muito fácil julgar, apontar o dedo e percebermos o que está mal… nos outros. E em nós? O que estará mal?

É precisamente este o ponto em que pretendo tocar hoje…

 

Muito bem, temos muita preferência por olhar os defeitos/atitudes erradas dos outros como algo de menos bom, em alguns casos até, algo de condenável, ora, sabemos bem que nem sempre é assim! Verdade? Como costumo dizer. Os outros, também têm amigos e convivem, será, que são assim com toda a gente? Certamente não!

 

Pensando um pouco sobre essa realidade, não será difícil chegar à conclusão de que muitas das vezes, somos nós, que provocamos essas mesmas atitudes nos outros.

Sim, nós mesmos!!

 

Indo um pouco mais atrás. Se tudo é energia, e nós próprios temos energias muito especificas. Que raio de energia enviamos aos outros para que eles tenham atitudes menos felizes para connosco?

Sim, nós. Temos de deixar um pouco de parte a mania quase louca de colocar sempre as culpas nos outros, os outros também lá deverão ter a parte deles com que se preocupar.

 

Voltando… que raio de energia estaremos nós a enviar para os outros? ahhh pois, não podemos esperar uma receção calórica e toda entusiasta, quando estamos a jogar ao ataque verdade?

 

Se jogas ao ataque, os outros vão jogar à defesa. Isto, é óbvio!

 

Como é que podes esperar que os outros te sorriam felizes e contentes, se tu mesmo acabaste de acordar com os pés de fora?

Como é que podes querer que os outros sejam simpáticos para ti, se estás com cara de poucos amigos? Aí o mais certo, é que os outros joguem à defesa, prontos a atacar-te. Porque a cara de poucos amigos, normalmente, faz com que as pessoas fiquem sem saber o que fazer, faz com que fiquem sem abertura. Logo, é logico que não te vão receber com confétis.

 

É simples na verdade. Se tudo é energia e tu próprio tens a tua, naturalmente as pessoas vão como que “sentir” a tua energia. É como se tivesses um código de barras capaz de ser lido nas entrelinhas pelas pessoas.

 

E… normalmente, metade da tua energia é “emitida” através das tuas expressões faciais e gestos, todo o restante é através do que tu sentes e de como te sentes.

 

Se te sentes irritado, vais expressar irritação, logo, as pessoas ao teu redor, vão acabar por corresponder com uma ação correspondente, como por exemplo. Atacar.

 

Se te sentes desmotivado, isso vai notar-se não só no teu discurso, como na forma como te mexes. Incrível, não é? Ora se a tua energia emite desmotivação, quem te vai dar oportunidades sejam elas onde forem?

 

É importante deixarmo-nos de desculpas, de que tudo é culpa do Zé que me falou mal, da Maria que só me aponta o dedo e diz que sou isto e aquilo, do Manuel que acha que não me esforço… chega!!

 

Os outros claro, terão as questões deles a tratar, mas, tu, tens de tratar de ti primeiro. Até porque se tu sentes um abanão quando te elogiam ou quando te apontam defeitos, bom, então é bem possível que não te conheças a fundo.

 

És tu que tens que mudar a tua atitude. Não os outros. És tu que tens que perceber que se acordaste com os pés de fora, vais ter que ser tu a resolver esse problema contigo. Não culpes é o vizinho por te fazer má cara, quando quem lá chegou mal-disposto primeiro foste tu.

 

Se és tu que estás desmotivado, quem tem que se animar és tu. Não são os outros que têm de ver em ti a oportunidade, quando nem tu te consideras a oportunidade…

 

Se és tu que estás irritado, não são os outros que são arrogantes e estúpidos, porque na verdade eles só estão a agir perante a tua irritação… foste tu que provocaste a “estupidez” na outra pessoa!

 

É interessante perceber que o “outro lado” das questões reside essencialmente em nós mesmos. Nós, é que causamos em muitos casos os problemas com as pessoas. Nós é que nos metemos em conflitos sem necessidade.

 

É óbvio que podemos ter opinião. Vivemos em sociedade, e claro está que dentro dela existem coisas que nos agradam e outras que nem tanto. O que não podemos é passar a vida a por as culpas em todos e em tudo, quando o problema reside em nós na esmagadora maioria dos casos.

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