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Pelo Olhar Da Numerologia

Pelo Olhar Da Numerologia

25
Fev17

"Isso é tudo muito giro, mas..."

 

 

 

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No seguimento dos últimos posts anteriores (aqui) e (aqui) no blog, algumas reações têm surgido, e antes de mais quero deixar bem claro que não é minha intenção ferir suscetibilidades, mas, sim ajudar a despertar consciências. Gosto de fazer a diferença na vida das pessoas, ajudando-as como melhor sei, e nada me faz mais feliz que isso.

 

Pois bem, as reações que mais têm surgido vão muito na linha de pensamento de “Falar é muito giro, mas não posso mudar nada, porque não depende de mim”. E quanto a este ponto, vamos com calma.

 

Existem efetivamente coisas que não dependem de nós, mas sejamos práticos, acreditar em nós mesmos e ter força de vontade interior para mudar a nossa vida, não depende de mais ninguém se não de nós!

 

Há que perceber o que depende e não depende de nós. Mas acima de tudo há que perceber que ATITUDE, principalmente atitude positiva, só pode partir de nós. Ou vamos estar a vida inteira à espera que sejam os outros a decidir a nossa vida?

 

Sim os outros, inevitavelmente, acabam por assumir funções de decisão nas nossas vidas. E por quê? É a pergunta que neste momento deve ecoar na mente de cada um de vós!

 

A resposta é bastante simples…

Imaginemos uma situação de desemprego…

Quais são os fatores que dependem de si para conseguir o emprego?

Quais são os fatores que dependem dos outros, para fazer com que consiga esse emprego?

 

Ora sendo-se muito simples e prático. A atitude de preencher um currulum e ir lá entregá-lo só pode depender de si. O ser chamado para entrevista ou não, já é outro departamento.

 

Mas, o facto de preencher o seu curriculum pode causar entraves, como por exemplo, dizer-se a si mesmo frases do género, “vou preencher CV para quê, se isto está tão mau” ou “se é para ganhar isso, vale mais não me mexer”… entre muitas outras frases do género.

 

Ora, é certo que nem tudo depende de nós, e nem tudo é como gostaríamos, mas, ter a atitude positiva de ir lá entregar, convicto de que vai conseguir, certamente, não dependerá da conjuntura atual do país.

 

Até porque, ao não ir entregar nada, está pura e simplesmente a deixar o seu futuro ser decidido por terceiros. Verdade? Porque consciente ou inconscientemente, acaba por se acomodar, esperando que o país melhore para então ir entregar curriculum. A sua vida é muito mais valiosa do que julga, e não deve ser desperdiçada à espera… muitas vezes à espera do nunca!

 

E como o caso de desemprego existem muitos outros. Não podemos, nem devemos limitar a nossa vida e as nossas ações, em função de A ou de B.

 

Tal como falei em posts anteriores, não é preciso ser-se doutor para acreditarmos mais em nós e para sermos positivos libertando-nos do medo, assim como não devemos continuar apegados a situações que em nada nos melhoram a vida. Ninguém mais poderá mudar a sua vida e forma de estar por você. A sua vida não está nas mãos de ninguém, desde que você permita que não esteja, caso contrário, continuarão a tomar decisões na sua vida por si.

 

E na prática, o deixar que decidam por nós é tão simples como isto:

 

“Não se encontra trabalho nenhum, isto está tão mau” – Quem é que decidiu, isso? 

 

“Queria tanto voltar…” – E se não voltar, vai parar literalmente de viver em função de uma situação que já se passou?

Mais… se esse voltar incluir uma pessoa? Vai deixar que a pessoa decida a SUA vida a seu bel-prazer? Porque nesse caso, a pessoa pode não voltar!! Não depende de si a pessoa voltar ou não, mas, depende de si não permitir que a sua vida dependa das “decisões” de outro alguém.

 

“Não gosto desta situação, mas também não posso fazer nada” – O facto de gostar ou não, é uma questão de gosto pessoal. Mas agir, depende só de si.

 

Porque raio tem de andar contrariado?

 

“Não vou para a praia porque lá está uma pessoa que não gosto” – Que poder tem essa pessoa sobre a sua vida, para que as suas decisões “vivam” em função dela?

 

Pode parecer exagero quando digo que muitas vezes inconscientemente deixamos que sejam os outros a decidir sobre a nossa vida, mas, se pensar bem, é isso que muitas vezes acontece.

Não devemos nunca permitir tal situação. É bom ter amigos, e companhia, mas isso não implica que deixemos as nossas decisões nas “mãos” dos outros.

 

A nossa mente é muito fértil para arranjar desculpas, mas, as desculpas não nos ajudam a ir a lado nenhum, pelo contrário, acabam por atrapalhar tudo.

 

 

 

 

 

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