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Pelo Olhar Da Numerologia

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22
Dez17

És mais do que julgas ser!

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Este fim de 2017, quero dizer, desde Setembro para cá!!! Está a pedir muitas coisas, como já devem ter-se apercebido. A questão é que algumas ainda não estão a ser totalmente alcançadas, nomeadamente duas delas!

 

Perder o medo e afirmar-se perante os outros!

 

Na verdade, ambas estão de mãos dadas já que afirmar-se perante os outros é, no fundo, perder o medo em se assumir.

 

Ainda assim é imperativo que se façam essas duas coisas. É duro. é, mas não há outra solução a não ser ir em frente. Respira-se fundo uma ou duas vezes e vai-se… é uma escolha? É. Obviamente há quem prefira continuar a permitir situações que não lhes trazem felicidade, mas deixam-se andar porque tudo é melhor do que dar um murro na mesa. Há quem prefira deixar as coisas tal como estão porque tem pena!! Não é para ter pena. É para se ser um pouco egoísta.

 

Não é a ter “pena” nem a ser-se permissivo que as coisas avançam! Pelo contrário só bloqueiam e cada vez mais, depois, se vêm enterrados em buracos que, de tão fundos que já vão sendo, se torna, difícil sair. Não se pode ser tolerante com certas coisas, ainda para mais se estas prejudicam ou nos atrapalham…

 

Não é fácil? Não. É duro? É. Dói? Muito. Custa horrores? Sim

 

Mas tem que ser feito, caso contrário a vida não muda…

E como se muda de vida quando se quer o mundo, mas se esconde a cabeça na areia? Não dá. Problemas são para ser enfrentados.

 

Falar é fácil? Talvez seja, mas tal como já disse em textos anteriores. Eu também tenho trabalho a desenvolver!

 

Eu também tenho “pena”, também gosto de ajudar, também sinto medo, também tenho dúvidas… também me dói fazer certas coisas, ainda por cima quando só eu sei das minhas motivações e sei que do exterior vão chover alfinetadas.

 

Todos nós, um dia, tomamos decisões para o nosso bem e acabamos a ser criticados. Essa lição acaba ao fim ao cabo por nos mostrar o quão fortes somos para, por vezes, sozinhos, enfrentar um mundo. Perder o medo de ser quem somos torna-nos balões à solta num mundo de agulhas. Sim, torna, e não é fácil, pois em muitos casos são mais agulhas que apoios. Nalguns casos a lição é mesmo para perder o medo de estar só. Estar só no sentido em que temos de aprender a contar só e apenas connosco.

 

E é isto que os tempos pedem. Aprender a estar só nas próprias decisões. Isso leva a perder o medo de nos afirmar! Existe medo de saltar dos barcos fora enroscando-se em mil desculpas para não saltar. Não há que ter medo do “afogamento”, há sim que ganhar força e coragem para nadar até à margem!

 

Sim… isto pede de nós foça, interior… mais interior que outra coisa qualquer, para nos afirmarmos… força para dar um berro e dizer basta!

 

Porque motivo havemos de suportar situações onde andamos mais do que contrariados?

 

Temos “pena”, vamos dando oportunidades, suportamos o insuportável e até mesmo o tolerável, e para quê??? Para nada! Isso prova que somos boas pessoas, mas não prova o quão fortes somos. Não prova até onde vai a nossa força, porque simplesmente a mesma se encontra anulada em desculpas e em fraquezas.

 

E é nas nossas fraquezas que a situações tóxicas se vão alimentando. Pois é… é nos nossos pontos fracos que essas mesmas situações/pessoas se vão “alojando”… até ao dia em que a “tampa salta”.

 

A questão é que os tempos não nos pedem que a tampa salte. Não nos é pedido que arrastemos situações ao extremo. É-nos sim pedido que analisemos o que queremos e que tomemos uma decisão a nosso favor, e que, acima de tudo sejamos assertivos para enfrentar ”o touro pelos cornos”…o tempo pede-nos que sejamos verdadeiros, que mostremos ao mundo a nossa verdade… que tipo de verdade habita nos nossos corações.

 

Não é suposto, claro está, que nos viremos agora uns contra os outros. Não. Podemos estar ao lado das pessoas na mesma, simplesmente sem ter que aguentar tudo delas. É-nos pedido que olhemos um pouco mais para nós e para os nossos interesses. Não que andemos de costas voltadas.

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