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Pelo Olhar Da Numerologia

Pelo Olhar Da Numerologia

18
Dez17

2017 e o meu ano 6

2017.jpg

 

Aviso: texto longo - Apesar deste texto ser mais pessoal o mesmo não revela pormenores demasiado intimos ou mesmo pessoais - Revela apenas o que considero importante e interessante partilhar! 

 

O ano está quase a terminar e, como é sempre meu hábito, por esta altura do mês, costumo sentar-me comigo mesma a fazer uma espécie de análise ao ano que está a terminar e começo, mais a fundo, a delinear o ano seguinte.

 

Delinear, para mim não é mais do que; segundo o trabalho que desenvolvi no ano anterior, fazer um género de roteiro para o meu ano seguinte. Traço objetivos, metas, planos, mas tento também aproveitar cada momento sem me reger o tempo todo pelos números. Afinal de contas, os números são uma ajuda, mas não são eles que vivem a vida por mim, assim sendo, na minha perspectiva, é importante sim conhecer os trânsitos do ano, as energias do ano e dos meses, e respectivos desafios, mas, não andar constantemente a olhar ou a fazer contas para ver o “como será”. Não!!

 

Faço os planos gerais e a partir daí sei o que as energias pedem de mim. Para mim é apenas isso que basta, é suficiente para me auto-ajudar no meu caminho durante um ano. Não tenho por hábito andar constantemente de caneta na mão a fazer contas! Simplesmente aproveito os momentos, até porque, apesar de toda a ajuda que tenha através dos números, viver, simplesmente viver é também importante.

 

E foi com este mote que comecei a verificar todo o trabalho que fiz em 2017!

 

Para mim, este processo é feito num 2 em 1. Para já porque é mesmo fim do ano, e obviamente é a altura que mais leva as pessoas à refleção, é quase matemático! Depois, porque se aproxima o meu aniversário e com isso a chegada de um novo ano pessoal. Assim acabo por juntar o útil ao agradável e faço logo tudo de uma só vez!

 

E comecei precisamente por me recordar das muitas consultas que fui tendo. O qual sou profundamente grata porque mais do que ter trabalho (o que, claro, é também importante) pude ajudar muitas pessoas a despertarem o seu potencial e a viverem mais de acordo com as suas essências. Mas dentro de cada consulta há sempre um ou outro pormenor que mais marca. A verdade é que não me lembro, destes anos todos de uma que não tenha tido o seu momento alto! Todas têm. Todas são à sua maneira especiais.

 

O pormenor que mais me recordo/marcou foi uma pergunta que a esmagadora maioria me fez. “Para si mesma faz também o seu mapa, o seu ano? E consegue seguir isso à risca?”!!

 

A resposta é obviamente um não! Certo que tenho mais facilidade em saber as tendências, mas acima de tudo sou, tal como todas as pessoas, um ser humano em evolução, pelo que logicamente tenho os meus desafios, e como todos os desafios trazem aprendizagem e dificuldades, eu, não sou uma exceção. Portanto é claro que tenho o meu mapa (sei-o aliás, de cor), é claro que faço os meus mapas de ano mas, como em tudo, também sinto os desafios na pele. Não é por ser Numeróloga que sinto menos…

 

E tive bastantes desafios este ano, aliás, este ano 6 (que não sendo um 6 natural por vir de um 15) trouxe-me muitos ensinamentos. Principalmente no que tocou a pessoas de quem eu pessoalmente gostava muito. E também muito crescimento. Como 6 que é, esses ensinamentos e crescimento deram-se mais a um nível emocional e familiar! O que sem dúvida me fez crescer, por mais idade que tenha, serei sempre da opinião que vou sempre aprender… se não fosse para aprender e evoluir, certamente, não estaria aqui!

 

Como dizia… apesar de trabalhar nesta área, não sou, nem pretendo vir a ser, perfeita. Portanto, vivo os meus anos pessoais como algo de único, dia-a-dia, sempre a viver aquele dia de forma única, sabendo que, aquele mês, ou dia pedem algo de mim. Ok! Mas convenhamos, andar sempre de caneta na mão a fazer as contas, acaba por tirar o brilho aos dias e à vida em geral. Equilíbrio acima de tudo!

 

Este meu ano 6 trouxe-me um bocado de tudo, mais ao nível emocional, é um facto, mas trouxe-me de tudo num geral. Pessoas afastadas, pessoas aproximadas, pessoas que me levaram a um ponto que não queria chegar. Mas teve de ser. Tudo isto, claro, mais voltado para a energia que um 6 tem em si. 

 

Ensinou-me muitas coisas e obrigou-me a fazer outras tantas que, (pelo lado negativo do 6), andei a adiar até à última e, como seria de esperar, correu menos bem. (Portanto cá está o meu primeiríssimo desafio, adiar até a corda esticar até a mesma partir). Às vezes, quero dar segundas oportunidades que mais tarde se vêm a revelar uma perfeita desilusão. 

 

Se bem que, apesar de eu mesma saber que estava a entrar no campo do desafio e que inevitavelmente iria correr menos bem, tinha pelo menos a noção plena de que estava a fazer asneirada da grande! E acima de tudo ter-se consciência de que se está a entrar no erro é importante, porque pelo menos tem-se a noção de que aquela acção é menos correta. E é aqui, precisamente, que é importante conhecer os números, assim, sei que entrando num determinado patamar estou a fazer algo que não era suposto fazer! 

 

Portanto, em suma, não se segue nunca um ano totalmente à risca! Até porque depois, à parte do ano temos sempre as nossas aprendizagens e evoluções próprias da idade e não só. O que pode constituir por si só um desafio também. A vida neste caso foi generosa para mim, apesar dos desafios, tive sempre, incondicionalmente, as pessoas que considero importantes para mim do meu lado. Tal como "manda" um ano 6!! O apoio dos meus amigos e familia foi sem dúvida fulcral. Um 6 é isso mesmo...

 

Este ano 6 foi, talvez um pouco mais leve que 2016 (sim fui a 2016 pois este foi particularmente duro para todos num geral) mas, ainda assim, este meu ano 2017 em particular trouxe uma série de coisas que jamais na minha vida contava sequer viver! Situações em que dizia “isso nunca, nem pensar”! Viu-se! Vi-me obrigada a escolher. Ecolhas duras. Escolher entre mim, e pessoas daqual gostava, não é fácil escolher entre um amigo e nós mesmos...Apesar de parecer, não é...

Foi um género de “o peixe morreu pela boca” e que sem dúvida me ajudou a crescer, acima de tudo isso. Mas também me ajudou a derrubar algumas crenças, talvez um pouco limitadoras que tinha, e, o principal, ajudou-me muito mesmo a firmar ainda mais outras crenças e valores que sempre mantive como básicos e insubstituíveis. Sem dúvida esses valores não só se mantiveram como ficaram ainda mais fortalecidos, e aqui, foi para mim um ponto de orgulho! 

 

Havia coisas que para mim eram básicas e que o meu 6 (seizinho) como lhe fui alegremente chamando, me foi brindando, muito ao género “agora é que vamos ver se entras no desafio, ou te manténs na energia positiva do número”! Sim, é verdade, os anos e a vida por si só também, nos trazem coisas interessantes que nos levam, por vezes ao limite para nos testar. Até que ponto somos capazes de ir, ou até que ponto somos capazes de não ir! 

 

Todos os anos nos trazem testes a ver se “caímos nas armadilhas ou não” e claro que este meu 6 (ainda para mais vindo de um 15) não foi com certeza excepção. Não é fácil sobrevier aos testes? Pode não o ser, mas garantidamente é uma lição que a bem ou a mal levamos para os anos posteriores. E eu levei. Não lhe posso chamar de presente envenenado. Não o foi. Tenho algo da qual me orgulho, valores bem firmes, que não alterei nem mexi nem pus sequer em causa ou em dúvida! Não. Nada. Não dei sequer margem para vacilar! E isso foi talvez, a melhor coisa que este meu ano 6 trouxe! 

 

Um ano 6 tem normalmente “ar” de ser um ano mais calmo. Não um 15/6, ainda por cima, com a energia de um ano 2017 (10) por trás. Foi um ano acima de tudo de construção, não só material, mas também como pessoa. Não que tenha nascido uma nova pessoa daqui. Mas certamente saiu deste ano 6 uma pessoa mais convicta daquilo que é, e daquilo que quer ser. Acima de tudo saiu uma pessoa certa de que “há desafios onde não vale sequer a pena entrar”! 

 

Portanto levo acima de tudo isto, para o meu ano 7 em 2018!

 

O meu ano 7 que certamente me vai trazer outros desafios e aprendizagens, talvez um pouco diferentes, uma vez que o 7 tem uma energia diferente, mas que tenho a certeza irão auxiliar no meu crescimento enquanto ser humano, porque tal como disse, apesar de ser Numeróloga, sou também um ser humano. Apesar de conhecer os números e de com isso ter mais facilidade para conhecer os tempos que aí vêm e as suas energias, sou também alguém com uma vida, que por si só tem nela os seus desafios e aprendizagens para me trazer.

 

Não encaro por isso nenhum ano como bom ou mau! Todos são um misto de tudo, porque sem desafios e aprendizagens não era possível evoluir, nem aprender. Um ano tem de ter tudo. Coisas felizes, que nos fazem correr atrás, desafios que nos põem à prova, e lições que nos ajudam acima de tudo a melhorar (melhora pois, quem quer, mas a lição está lá)!

 

A parte feliz (lendo as energias que o meu ano 7 tem) será certamente o melhor que um 7 a mim pode trazer. Já a parte boa do 6 que agora acaba foi, para mim o melhor que o 6 tem (e não, não tem que ver com amor, apesar de o 6 estar ligado também a essa parte). Para mim, pessoalmente, não é só isso que importa e como tal não é isso que levo de bom deste ano 6. Levo comigo, para o meu ano 7 a certeza de que venha o que vier, haverá sempre coisas onde para mim é impensável mexer. A certeza de que os meus valores estão de pedra e cal, o que é para mim um orgulho. E a certeza também de que realmente, vendo bem as coisas, há crenças que não fazem absolutamente sentido nenhum… é tudo isso de bom e de realmente positivo que guardo para mim deste ano 6!

 

Nenhum ano é totalmente fácil, assim como nenhum é totalmente desastroso. Há que, retirar deles, aquilo que realmente é importante. Conhecer a energia neles contida, para este exercício é importante. Do meu 6 (número ligado à família e emoções…etc) Não levo por exemplo daqui um casamento, apesar de existir essa probabilidade. Levo sim outras coisas, tais como, crenças deitadas abaixo e valores reafirmados, relacionados com a energia do 6. Não tem que haver acontecimentos físicos propriamente ditos. Pode ser apenas uma mudança interior, ou mais voltada para o interior…

 

Espero, sinceramente que o meu ano 7 me traga tanto de bom quanto o meu ano 6 trouxe!

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